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OPINIÃO

  1. 02 ago
  2. 2013

Quero iniciar esse artigo com as palavras de Madre Teresa de Calcutá, figura respeitada por todos, independente de religião. Segundo ela, o aborto é o maior destruidor da paz em nossos tempos, pois, se dizemos que uma mãe pode matar o seu próprio filho, como vamos falar às pessoas que não façam isso também?

Desde o início de nosso primeiro mandato, afirmamos uma defesa intransigente da vida humana em todas as suas fases e sob quaisquer circunstâncias. Quero dizer que essa postura está cada vez mais forte em minha consciência e em minha atuação como homem público. E é justamente em razão de minha consciência livre e de meu compromisso com o bem comum que venho a público manifestar meu repúdio ao PLC 03/2013, sancionado ontem, que originou a Lei Complementar Federal 12.845.

Não pretendo julgar as intenções dos membros dos poderes envolvidos na aprovação dessa Lei. Reconheço, inclusive, que muitos atuaram com boa vontade, visando o atendimento à mulher vítima de violência sexual, um assunto que realmente deve ser tratado com atenção e com o rigor que merece.

No entanto, na leitura do texto da Lei, podemos observar a abertura que ele concede à interrupção da gravidez, quer seja em virtude do aborto propriamente dito ou pela administração da chamada “pílula do dia seguinte”, à qual tantas pesquisas sérias conferem o caráter também abortivo.

Termino, ainda com as palavras de Madre Teresa, que, hoje, faço minhas: “Qualquer país que aceite o aborto não está ensinando o seu povo a amar, mas a usar de qualquer violência para conseguir o que se quer. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto”.

 

Reinaldo Alguz

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